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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Califórnia se prepara para um ataque nuclear da Coreia do Norte

O Centro Conjunto Regional de Inteligência de Los Angeles divulgou um documento de 16 páginas batizado de "Expetativas no Caso de Ataque Nuclear"


Avaliando um ataque nuclear da Coreia do Norte como "muito provável" as autoridades da Califórnia publicaram um documento com instruções para o caso de um ataque "catastrófico", anunciou o Independent.

Considerando a ameaça das autoridades da Coreia do Norte, o Centro Conjunto Regional de Inteligência de Los Angeles divulgou um documento de 16 páginas batizado de "Expetativas no Caso de Ataque Nuclear", datado de 16 de agosto, informa o Independent. 
A maior parte da informação incluída neste documento é dedicada aos efeitos de uma explosão nuclear, incluindo os efeitos da radiação e do impulso eletromagnético. 
Além disso, o documento tenta alertar as autoridades para o  que podem enfrentar no caso de um ataque. 
Assim, os cidadãos terão que ser evacuados, mas "com uma compreensão limitada dos riscos de radiação, eles vão estar com alto nível de ansiedade e o seu comportamento pode não estar em conformidade com as expetativas".
As tensões em torno dos programas nuclear e balístico da Coreia do Norte estão aumentando. Washington e Pyongyang continuam trocando ameaças mútuas.
No sábado, bombardeiros estratégicos dos EUA sobrevoaram o espaço aéreo perto da Coreia do Norte em uma demonstração de força, escalando a situação ainda mais. 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

AS 10 MEDIDAS ANTICORRUPÇÃO

AS 10 MEDIDAS ANTICORRUPÇÃO SENADO FEDERAL NAO QUER QUE VOCE ASSISTA

SENADO FEDERAL ESTA PROIBINDO AS EMISSORAS DE DIVULGAR ESTE VIDEO, SENDO ASSIM NOSSO UNICO MEIO E A INTERNET.
COMPARTILHEM DIVULGUEM ESTE VIDEO.



sábado, 19 de agosto de 2017

EXTRA: GENERAL JÁ ALERTA SOBRE POSSÍVEL INTERVENÇÃO MILITAR


“Se o clamor popular alcançar relevância, as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições. Elas serão a última trincheira defensiva desta temível e indesejável ‘ida para o brejo’. Não é apologia ou invencionice. Por isso, repito: alertar é preciso”, diz o general Rômulo Bini Pereira, em artigo publicado no Estado de S. Paulo
“Se o clamor popular alcançar relevância, as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições. Elas serão a última trincheira defensiva desta temível e indesejável ‘ida para o brejo’. Não é apologia ou invencionice. Por isso, repito: alertar é preciso”, diz o general Rômulo Bini Pereira, em artigo publicado no Estado de S. Paulo.
Alertar é preciso!
Por Rômulo Bini Pereira
A renomada escritora e jornalista Cora Rónai, em lúcido artigo, fez um alerta: “(…) um país vai para o brejo aos poucos construindo uma desgraça ponto por ponto (…)”. Felizes palavras em face do momento crítico pelo qual passa a Nação brasileira. Em cima de um conhecido ditado popular, ao citar o termo brejo, fez uma sutil alusão a indicar para onde caminha o Brasil.
A inesperada e incorreta invasão promovida recentemente na Câmara dos Deputados por um grupo de manifestantes é uma dessas “desgraças”. Membros do governo, lideranças políticas e a imprensa expressaram seu desacordo e sua indignação quanto à invasão e enquadraram o grupo de manifestantes como representantes da “direita” e, até para alguns, da “extrema direita”. Esse enquadramento teve como origem a utilização de palavras de ordem que exigiam intervenção militar. O ministro da Defesa declarou que os militares não aprovaram o ato e permanecem em observância dos preceitos constitucionais, atitude que as Forças Armadas vêm adotando desde 1985.
A invasão suscita, entretanto, algumas considerações em razão do cenário político não só do País como do mundo. Os adeptos da adoção de uma intervenção militar vêm crescendo visivelmente. Não se tem conhecimento se são adeptos de uma ação direta manu militari ou de um apoio total e participativo num novo governo não eleito pelo voto popular. São cidadãos de meia-idade que conviveram com o regime militar e consideram o período de proveito para a sociedade brasileira. Por terem a mesma visão, a eles se juntam jovens revoltados e sem esperanças de melhoras na crise que o País vive. Já não se intimidam com o patrulhamento e com o “politicamente correto” tão apregoado no Brasil. Alegam que as Forças Armadas cultuam princípios e valores que não veem em outras instituições e que elas seriam a única solução para a crise atual.No cenário mundial, dois fatos políticos recentes suscitam também observações válidas: as eleições presidenciais nos Estados Unidos e o plebiscito que definiu a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit). As análises feitas por institutos de pesquisa mostram que a principal causa dos surpreendentes resultados é creditada aos governos centrais e suas instituições, que se afastaram das opiniões e dos interesses de suas respectivas populações. Acrescentam que houve uma verdadeira desaprovação, por parte dos eleitores, dos defensores do “politicamente correto”, isto é, votaram contra opiniões e pareceres dos intelectuais, de segmentos do mundo artístico e cultural e, ainda, da mídia em geral. Todos davam como certa a vitória das propostas derrotadas. Uma discordância dos que se arvoram a ditar e impor propostas e ações afastadas da realidade de seus povos.
Em 8 de novembro de 2015, este jornal publicou artigo intitulado Alertar é preciso, no qual questionei se as instituições maiores estavam consolidadas e funcionando corretamente. Passado um ano, reafirmo o meu questionamento com uma agravante. O segundo artigo da Constituição está em vigor ou é um princípio fundamental inócuo?
No Legislativo, sabemos agora que a Câmara dos Deputados não é um cartório, e sim que três centenas de deputados fizeram “emendas à meia-noite” a desvirtuar as medidas anticorrupção propostas pelo povo brasileiro. O presidente do Senado, considerado réu pelo STF por acusação de peculato, confrontou e desobedeceu a uma decisão monocrática de juiz da Suprema Corte, fato que fere qualquer sistema dito democrático. E para agravamento do quadro político, é grande o número de parlamentares envolvidos em processos judiciais. Uma “desgraça” sem precedentes.
No Judiciário os brasileiros ainda depositam esperança, graças ao corajoso desempenho dos juízes de primeira instância. Nas instâncias superiores o quadro é diferente. O esdrúxulo direito de foro privilegiado acarreta uma sobrecarga de processos no STF, o que lhe dá uma pauta extensa e criticada e indesejável morosidade. Com a transmissão de suas sessões pela TV, constata-se que são graves as divergências pessoais entre alguns de seus membros. E a presença da política partidária faz-se notar. A divulgação de altos salários no Judiciário – ditos legais, mas imorais –, o “fatiamento” de artigo da Constituição aprovado pelo ex-presidente da Corte no processo de impeachment e o desgastante e inédito processo envolvendo o presidente do Senado afetaram a imagem e a credibilidade da instituição.
No Executivo, a situação econômica indefinida, o possível envolvimento da equipe governamental em atos de corrupção, o desgastante processo das tratativas parlamentares para a aprovação de propostas úteis para o País e uma oposição agressiva são aspectos que, gradativamente, fragilizam e deixam acuado o governo. Já se fala em novas eleições e até mesmo em deposição. A atual oposição esqueceu-se de que foi a única responsável pela calamidade que tomou conta do País. Governou durante 13 anos, deixou-o na bancarrota e instituiu uma imoralidade sistêmica. Está em pleno processo de “vitimização” e já defende, histericamente, as manifestações radicais de rua com ações e depredações. É o mesmo modus operandi de passado recente.
É nesse cenário de “desgraças” que as instituições maiores e seus integrantes deverão ter a noção, a consciência e a sensibilidade de que o País poderá ingressar numa situação de ingovernabilidade, que não atenderá mais aos anseios e às expectativas da sociedade, tornando inexequível o regime democrático vigente. O aludido brejo é significativo. É um caso, portanto, a se pensar.
Desse modo, se o clamor popular alcançar relevância, as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições. Elas serão a última trincheira defensiva desta temível e indesejável “ida para o brejo”.Não é apologia ou invencionice. Por isso, repito: alertar é preciso.
*General de exército,foi chefe do Estado-Maior do Ministério da Defesa


veja: JURISTAS ACENDEM A CHAMA DA INTERVENÇÃO MILITAR FEDERAL




IVES GANDRA INCITA AS FORÇAS ARMADAS A TOMAR O PODER
O Judiciário Brasileiro está desmoralizado por conta da Constituição Federal de 1988 ter sido usurpada pelas decisões arbitrárias e comunistas do Supremo Tribunal Federal(STF).
Com o atropelamento do judiciário pelo governo corrupto do PT, as instituições passaram a não funcionar dentro da Lei e da Ordem.
Isto se deve à corrupção sistêmica implantada pelo Foro de São Paulo, onde Lula e o ditador Fidel Castro são os cabeças.
A operação Lava Jato revelou que o Executivo Federal assumiu a posição de corrupto e corruptor, aliciando o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, além de arrastar as demais instituições do Brasil.
E o pior de tudo, colocar os Generais das Forças Armadas sob o comando de eminentes réus na operação Lava Jato, a citar, os comunistas Jaques Vagner/PT-BA, da Casa Civil, e Aldo Rebelo/PC do B/SP, da Defesa.
Esta mais que provado que os Três Poderes estão à serviço de um Partido Político de ideologias esquerdistas, e não da nação conforme manda a LEI.
Portanto, os Três Poderes perderam a sua legitimidade constitucional, passando a ser promotores dos planos comunistas de perpetuação no poder pelo poder.
Diante deste quadro de extrema gravidade para o Brasil, o programa Direito e Justiça em Foco entrevistou os jurista Dr. Ives Gandra Martins e o Dr. Carlos Henrique Abrão.
Na entrevista, Ives afirma que cabe às FORÇAS ARMADAS restabelecer a LEI e a ORDEM do Brasil, e não voltar ao poder como em 64.
Com esta afirmação, a chama da Intervenção Militar Federal voltou a ser acesa em todas as mentes intervencionistas no Brasil e no mundo.
Ives incita as FORÇAS ARMADAS à tomarem o PODER CENTRAL para que o Brasil tenha a possibilidade de restabeler a LEI e a ORDEM, já que os Três Poderes estão corrompidos, usurpados e sem legitimidade jurídica.
Ele relembra que o nome da presidente comunista Dilma Rousseff/PT, foi citado 11 vezes na Operação Lava em delações dos réus já presos, que o presidente do senado Federal, o senador Renan Calheiros/PMDB-AL, está sendo investigado por crimes de Lavagem de Dinheiro, Peculato, Falsidade Ideológica, Utilização de Documentos Falsos, o qual teve a quebra do sigilo bancário e fiscal autorizados pelo STF.
 Já o deputado Eduardo Cunha/PMDB-RJ, presidente da câmara dos Deputados Federais, foi citado inúmeras vezes na Operação Lava Jato com acusações de manter conta secreta no exterior, envolvimento direto nos esquemas de corrupção dentro da Petrobrás e liderar uma quadrilha de corruptos.
Duas casas legislativas tem seus presidentes citados no maior esquema de corrupção da história do mundo; o STF demonstra claramente que existe para servir as ordens do Partido dos Trabalhadores(PT), por conta de ser formado por 8(oito) Ministros indicados pelo ex-presidente Lula/PT-SP.
E para piorar, a presidente comunista Dilma Rousseff/PT, se apresenta como um mero objeto de uso político para o Brahma(Luiz Inácio Lula da Silva).
Ives reafirma que o artigo 142 da Constituição Federal respalda as FORÇAS ARMADAS à agirem imediatamente para frear o avanço da corrupção sistêmica no Brasil, de forma que os generais do Exército Brasileiro devem anunciar a tomada do PODER CENTRAL DO PAÍS para cumprir a LEI, protegendo os valores da Pátria e o restabelecimento da ORDEM entre os poderes constituidos.
Já no artigo 49, inciso 11 da Constituição Federal, Ives alerta que:
É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes;
Esse artigo responde a invasão de direitos legais do Senado Federal e da Câmara dos Deputados Federais, exercida pelo STF(Supremo Tribunal Federal), que desacatou a constituição e o regimento interno das Casas Legislativas, em detrimento de benesses ao PT e aos acusados na Operação Lava Jato.
Ou seja, Ives  alerta que devemos repudiar a invasão que o STF impõe à competência da União, amesquinhando a Câmara dos Deputados, tornando-a uma casa inferior em relação ao Senado Federal, de forma que o senado passou a não mais julgar os atos de improbidade da presidente da república, mas da própria câmara, tornando-se poderes banalizados.
E neste contexto, o desembargador Dr. Carlos Henrique Abrão alerta que o judiciário do Brasil entrou num sistema de “banalização da judicialização no país”.
“Tudo hoje passa nas mãos dos tribunais em primeira e segunda instância, e isto não é bom. Pois devemos preservar os princípios da separação dos poderes.
E mais do que tudo, nos temos que olhar que o estado “babá”, que cria benefícios sociais não vai transformar a cidadania em uma cidadania babaca.
Então o Brasil precisa reagir, precisa viver em um estado de indignação, para remover todo este entulho, este lixo que não é reciclável.
E se não houvesse uma mobilização pela sociedade civil, nos correríamos o risco de viver o maior retrocesso em 2016.” pontou.
Pode-se perceber que os juristas em todo o Brasil se mobilizam pelo DESPERTAR DA LUTA PATRIÓTICA, como recomendou o NOBRE GENERAL MOURÃO, demitido do comando do Exército no Sul do País, apenas por dar esta declaração à sociedade.
 FONTE: JORNAL DO CENTRO

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cármen tem boas notícias para Moro e péssimas para Lula, quem ficara inelegível e lula.






Sérgio Moro e Cármen Lúcia, presidente do STF, se encontraram rapidamente em um evento promovido pela Jovem Pan, em São Paulo.
Moro já estava de saída quando decidiu voltar e cumprimentar a ministra.
Segundo a Veja, Cármen deu boas novas ao juiz federal e um trecho do diálogo foi:
MORO: “Ministra, estou preocupado com a votação da 2ª instância no STF”
CARMEN: “Meu posicionamento é o mesmo desde 2009” 
MORO: “Me preocupo com o voto de outros ministros … o da sra. não”
CARMEN: ” Acho que você terá boas notícias.” 

Prisão logo após condenação em 2ª instância

Caso as ‘boas notícias’ da ministra Cármen Lúcia sejam confirmadas, os condenados em segunda instância poderão ir diretamente para o xadrez […]
É o caso de Lula … se o TRF4  de Curitiba (2ª instância) confirmar a sentença do juiz Sérgio Moro, o ex-presidente vai se lascar!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Condenado no STJ, Jair Bolsonaro NAO está fora da eleição de 2018




A confirmação, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), da condenação do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ao pagamento de uma indenização de 10.000 reais à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) em uma ação danos morais, divulgada ontem, criou uma oportunidade perfeita àqueles que criam notícias falsas a partir de notícias verdadeiras.
Depois que a decisão do STJ veio a público, o site Folha Brasil não demorou a inventar que Bolsonaro, autodeclarado candidato à presidência da República em 2018, não poderia concorrer ao Planalto porque a condenação o tornara inelegível com base na Lei da Ficha Limpa. A informação é falsa.
“Acabou! Maria do Rosário tirou Bolsonaro das eleições de 2018”, publicou o blog, que, já depois de o texto ser compartilhado nas redes sociais e replicado por outros sites, mudou o título para a condicional: “Maria do Rosário pode tirar Bolsonaro da disputa eleitoral”. No link da “reportagem”, contudo, o título original permaneceu igual (veja abaixo).
Veja abaixo a versão original do boato:
A nova condenação do deputado federal Jair Messias Bolsonaro no processo movido pela também deputada Maria do Rosário tirou Bolsonaro das eleições 2018 em função das restrições da Lei da Ficha Limpa.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, nesta terça-feira (15), recurso do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) contra condenação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) por ofensa à deputada Maria do Rosário (PT-RS). Em 2014, o parlamentar disse que a colega não merecia ser estuprada por ser “feia e não fazer seu gênero”.  “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero. Jamais a estupraria”, disse Bolsonaro. A decisão foi por unanimidade entre os ministros da 3ª Turma da Corte.
Com a condenação em segunda instância, Bolsonaro é considerado formalmente inelegível, nos termos da Lei da Ficha Limpa. Presidenciável que ocupa o segundo lugar do eleitorado, atrás apenas do ex-presidente Lula, nas principais pesquisas de intenção de voto (Ibope, Datafolha etc), o deputado só pode reverter a condição de inelegibilidade caso o o Supremo Tribunal Federal (STF) acolha o recurso que ele deve ajuizar contra o resultado do julgamento.
[…]
Quem comemorou a decisão foi o ex-presidente Lula. Com o afastamento de Bolsonaro das eleições ele estatisticamente estaria eleito como o próximo presidente do Brasil. Nos bastidores do Instituto Lula ele teria dito: Agora não tem pra ninguém, o Brasil é nosso novamente.
Ao contrário do que diz a lorota, a condenação de Bolsonaro pelo STJ não o torna inelegível pela Lei da Ficha Limpa porque se deu em uma ação cível por danos morais, e não em um processo criminal ou por improbidade administrativa.
A lei, criada em 2010 para barrar candidatos com enroscos judiciais, prevê que não possam disputar eleições aqueles “que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado” em dez tipos de crime, incluindo corrupção e lavagem de dinheiro. Neste caso, portanto, a ação cível por danos morais vencida por Maria do Rosário não “tirou” e nem “pode tirar” Bolsonaro da disputa pela presidência.
Além desta ação em que foi condenado a pagar 10.000 reais à petista, a declaração de Jair Bolsonaro de que a colega não merecia ser estuprada porque “ela é muito feia” levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a aceitar denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele pelo crime de incitação ao crime de estupro, cuja pena varia de três a seis meses de prisão, além do pagamento de multa.
Mesmo que seja condenado pelo STF, um órgão colegiado, neste processo criminal, contudo, Bolsonaro não ficará inelegível. Segundo o advogado criminalista Gustavo Badaró, o delito do qual o parlamentar é acusado pela PGR é enquadrado no Código Penal como “crime contra a paz pública”, categoria também não prevista de punição pela Lei da Ficha Limpa.

Entenda o caso

As lamentáveis declarações de Jair Bolsonaro foram dadas em dezembro de 2014, primeiro no plenário da Câmara dos Deputados e, depois, em uma entrevista ao jornal Zero Hora.
Bolsonaro irritou-se após Maria do Rosário fazer um pronunciamento condenando a ditadura militar (1964-85), classificada por ela de “vergonha absoluta”. Depois de questionar a petista por que ela “não falou da sua chefe, Dilma Rousseff”, o deputado elevou o tom: “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Há poucos dias você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não a estuprava porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.
No dia seguinte, em entrevista ao jornal, questionado sobre a declaração, o deputado respondeu que a petista “é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria”.
Na denúncia apresentada contra o deputado, a vice-procuradora-geral da República Ela Wiecko criticou Bolsonaro. “Ao dizer que não estupraria a deputada porque ela não ‘merece’, o denunciado instigou, com suas palavras, que um homem pode estuprar uma mulher que escolha e que ele entenda ser merecedora do estupro”, afirmou Ela.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015